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Varios estudos mostram que os homens têm menos acesso aos serviços de aconselhamento e testagem para HIV (Cornell et al, 2011), e têm a tendência a procurar cuidados de saúde nos estágios mais avançados da doença e com piores prognósticos o que pode gerar alto custo para o Sistema Nacional de Saúde. A falta de acesso a testagem e ao tratamento, o estigma, a falta de conhecimento em relação ao HIV/SIDA, as barreiras legais e políticas dificultam a prevenção do HIV e o TARV, principalmente em adolescentes rapazes e nas populações-chave (CNCS, 2015). Para além disso, quando os homens iniciam o TARV tem taxas de adesão aos cuidados e tratamento muito baixas, o que resulta em alta taxa de morbimortalidade por HIV após o inicio do tratamento (Stringer et al, 2006). De uma forma geral, em Moçambique a cobertura de TARV no ano 2017 entre homens com 15 anos ou mais foi de 42%, em comparação com 63% entre as mulheres (Dados do PNC ITS-HIV/SIDA-2017). Há necessidade de focar-se nas estratégias que aumentem o diagnóstico e acesso dos homens aos cuidados e tratamento de HIV[1].

 

Neste contexto o presente curso visa orientar os clínicos (médicos, técnicos de medicina, enfermeiros) e outros trabalhadores de saúde e gestores, a implementarem actividades de engajamento masculino nos cuidados de saúde com o objectivo de melhorar a utilização e a retenção de homens e casais nos cuidados de saúde.



[1] MISAU/ DNSP/ PNC ITS/HIV e SIDA; Directriz para Engajamento do Homen nos Cuidados de Saúde. 2018


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Os líderes e gestores de saúde precisam ter uma compreensão completa e clara de o que é um sistema de RHS e quais são os elementos-chave para a sua gestão bem-sucedida. O termo “recursos humanos” pode ser entendido por muitos gestores de saúde em um sentido muito estreito: salários, ou o processo de contratação, talvez treinamento, ou mesmo acções disciplinares. O objectivo deste curso é apresentar, de uma forma simples, mas abrangente, todos os componentes básicos de um sistema de RHS, e explicar por que e como eles têm que trabalhar em forma sinérgica para contribuir à consecução dos objectivos estratégicos do sector da saúde. Em outras palavras, como o sistema de RHS pode ser gerido de forma sistêmica e estratégica.

 

Para gerir efectivamente um sistema de RHS, as funções devem ser executadas por gestores dos diversos níveis, de maneira coordenada e sinérgica. A estrutura e os elementos fornecidos por este manual pode ajudar aos gestores de recursos humanos de saúde dos níveis central, regional e/ ou distrital para entender melhor como as suas acções podem produzir melhorias específicas em seus níveis e, ao mesmo tempo, contribuir para o fortalecimento do sistema de RHS como um todo.


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Nos últimos anos, o país conheceu um aumento exponencial do acesso ao tratamento, espelhando o esforço que tem sido empreendido nesse sentido, mas por outro lado, evidenciou ainda mais o desafio crescente que é a provisão de cuidados de saúde de qualidade a este grupo populacional. A crescente demanda de serviços, a exiguidade de recursos humanos, materiais e logísticos são apontados como barreiras importantes para a melhoria de qualidade do desempenho clínico. Assim, tornou-se pertinente desenvolver instrumentos que contribuam para que todos os intervenientes chaves, incluindo gestores nacionais, provinciais, distritais e técnicos de saúde apliquem de forma padronizada os métodos de melhoria de qualidade (MQ) para atingir as metas e objectivos pretendidos. È neste contexto que o Programa Nacional de Controlo de ITS-HIV/SIDA da Direcção Nacional de Saúde Pública elaborou a Directriz Nacional de Melhoria de Qualidade dos Cuidados e Tratamento para HIV (MQHIV), documento orientador para a implementação desta abordagem a nível nacional.



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